Sobre Lilia dos reis
alterarprocuro minha sobrinha Andreia ou Andrea Aparecida dos Reis
Nome do pai: Antonio Silvio dos Reis
Nome da mae: Maria de Lurdes Rodrigues dos Reis
Nome dos avos paterno : Alaides Margarida dos Reis e Murilo Calixto dos Reis
Andreia nasceu no dia 13/ 08/ 1987 no Hospital nossa Senhora da Conceiçao na Cidade de Para de Minas MG e foi e foi Registrada no nome dos pais biologico. Na epoca que minha sobrinha foi dada ela ja tinha 1 ano , meus pais trabalhava num Sitio como caseiro,,, a historia começou quando minha cunhada teve uma crise de loucura e teve que ser enternada no hospital para doente mental em Belo Horizonte, entao meu irmao ficou tao desesperado e deu a menina sem pensar, na verdade os familiare do ex patrao dos meus pais tinha custume de pegar criança para adotar , entao meu irmao entregou minha sobrinha para a irma da patroa do meu pai e ela levou , dizendo que tinha uma amiga dela que queria pegar uma criança para criar, como minha sobrinha era linda de olhos azuis e tinha somente 1 aninho ,, eles aproveitaram da fraqueza e desespero do meu irmao, e levou a menina , minha mae ficou desesperada na epoca, porque naquele momento era ela que cuidava da neta . Nos queremos muito poder encontrar minha sobrinha Andreia e o sonho te toda nossa familia. Eu penso que a familia que pegou ela deve ter trocado o nome dela , e nao sabemos qual e , sei tbm que minha cunhada nunca assinou papel de adoçao, pois eles devem ter feito algum cambalacho ou deve ter pagado algum advogado para fazer novo registro da minha sobrinha . Eu penso que essa familia mora em Belo Horizonte . Por favor nos ajuda a encontrar minha sobrinha , quem sabe alguem conhece ela ou ela mesmo ver,, venha nos procurar por favor. As pessoas que estao envolvido na adoçao da minha sobrinha nao fala nada eu e toda minha familia ja fizeram varias perguntas sobre minha sobrinha .... ja sofremos ate mesmo ameaça destas familias , pelas perguntas que fizemos, entao resolvi procurar de outro modo.... mas uma vez eu peço ajuda por favor , uma outra coisa , gostaria de saber se alguem conhece alguem que faz envelhecimento atraves de fotos , porque gostaria de fazer a foto da minha sobrinha para saber como ela pode estar hoje com quase 24 anos de idade, por favor se alguem sabe quem faz entra em contato comigo obrigado.
Esta frese eu deixo pra minha sobrinha : Andreia eu nao sei se vc tem o mesmo nome que seus pais biologico te deu , mas mesmo que vc tem outro nome , vc sempre sera nossa Andreia. Eu te peço perdao em meu nome e nome de toda nossa familia, caso vc ver esta mensagem ,por favor nao tem medo de nos procurar, poisa nossa procura ja dura a anos, e o sonho de toda familia te encontrar , mesmo que vc nao queira , vc e sangue do nosso sangue e carne da nossa carne . Eu espero muito que a familia que te criou contou toda a verdade pra vc , espero muito que vc saiba que vc e adotiva da familia que vc considera como pais. Cara sobrinha vc tem uma avö que te ama muito e que sofre ate hoje pela sua partença ,ela esta ja velha e deseja muito poder te ver. Por favor vem nos procurar, sou sua tia.meu email: lilialuca@hotmail.com
Eu estou em varias comunidades de filhos adotivos a procura da minha sobrinha.mostrar mais
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SOCIALIZAÇAO
PODEMOS APROVEITAR OS MEIOS DE COMUNICAÇÕES RÁPIDAS E PRECISAS PARA AJUDAR NA SOCIALIZAÇÃO DE PESSOAS E DIVULGAR TUDO AQUILO QUE VENHA A CONTRIBUIR PARA AS CLASSES SOCIAS FICAREM MAIS PRÓXIMAS UMAS DAS OUTRAS.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
nossa estrada
Cada um de nós caminha pela vida como se fosse um viajante que percorre uma estrada.
Há os que passam pouco tempo caminhando e os que ficam por longos anos.
Há os que veem margens floridas e os que somente enxergam paisagens desertas.
Há os que pisam em macia grama e os que ferem os pés em pedras pontudas e espinhos.
Há os que viajam em companhias amigas, assinaladas por risos e alegria. E há os que caminham com gente indiferente, egoísta e má.
Há os que caminham sozinhos - inclusive crianças - e os que vão em grandes grupos.
Há os que viajam com pai e mãe. E os que estão apenas com os irmãos. Há quem tenha por companhia marido ou esposa.
Muitos levam filhos. Outros carregam sobrinhos, primos, tios. Alguns andam apenas com os amigos.
Há quem caminhe com os olhos cheios de lágrimas e há os que se vão sorridentes.
Mas, mesmo os que riem, mais adiante poderão chorar. Nessa estrada, nunca se conheceu alguém que a percorresse inteira sem derramar uma lágrima.
Pela estrada dessa nossa vida, muitos caminham com seus próprios pés. Outros são carregados por empregados ou parentes.
Alguns vão em carros de luxo, outros em veículos bem simples. E há os que viajam de bicicleta ou a pé.
Há gente branca, negra, amarela. Mas se olharmos a estrada bem do alto, veremos que não dá para distinguir ninguém: todos são iguais.
Há gente magra e gente gorda. Os magros podem ser assim por elegância e dieta ou porque não têm o que comer.
Alguns trazem bolsas cheias de comida. Outros levam pedacinhos de pão amanhecido.
Muitos gostam de repartir o que têm. Outros dão apenas o que lhes sobra. Mas muita gente da estrada nem olha para os viajantes famintos.
Há pessoas que percorrem a estrada sempre vestidas de seda e cobertas de joias. Outros vestem farrapos e seguem descalços.
Há crianças, velhos, jovens e casais, mas quase todos olham para lugares diferentes.
Uns olham para o próprio umbigo, outros contemplam as estrelas, alguns gostam de espiar os vizinhos para fofocar depois.
Uma boa parte conta o dinheiro que leva e há os que sonham que um dia todos da estrada serão como irmãos.
Entre os sonhadores há os que se dedicam a dar água e pão, abrigo e remédio aos viajantes que precisam.
Há pessoas cultas na estrada e há gente muito tola. Alguns sabem dizer coisas difíceis e outros nem sabem falar direito.
Em geral, os sabichões não gostam muito da companhia dos analfabetos.
O que é certo mesmo é que quase ninguém na estrada está satisfeito. A maioria dos viajantes acha que o vizinho é mais bonito ou viaja de forma bem mais confortável.
É que na longa estrada da vida, esquecemos que a estrada terá fim.
E, quando ela acabar, o que teremos?
Carregaremos, sim, a experiência aprendida durante o tempo de estrada e estaremos muito mais sábios, porque todas as outras pessoas que vimos no caminho nos ensinaram algo.
A estrada de nossa existência pode ser bela, simples, rica, tortuosa. Seja como for, ela é o melhor caminho para o nosso aprendizado.
Deus nos ofereceu essa estrada porque nela se encontram as pessoas e situações mais adequadas para nós.
Assim, siga pela estrada ensolarada. Procure ver mais flores. Valorize os companheiros de jornada, reparta as provisões com quem tem fome.
E, sobretudo, não deixe de caminhar feliz, com o coração em festa, agradecido a Deus por ter lhe dado a chance de percorrer esse caminho de sabedoria.
fonte blog Gisele França
Há os que passam pouco tempo caminhando e os que ficam por longos anos.
Há os que veem margens floridas e os que somente enxergam paisagens desertas.
Há os que pisam em macia grama e os que ferem os pés em pedras pontudas e espinhos.
Há os que viajam em companhias amigas, assinaladas por risos e alegria. E há os que caminham com gente indiferente, egoísta e má.
Há os que caminham sozinhos - inclusive crianças - e os que vão em grandes grupos.
Há os que viajam com pai e mãe. E os que estão apenas com os irmãos. Há quem tenha por companhia marido ou esposa.
Muitos levam filhos. Outros carregam sobrinhos, primos, tios. Alguns andam apenas com os amigos.
Há quem caminhe com os olhos cheios de lágrimas e há os que se vão sorridentes.
Mas, mesmo os que riem, mais adiante poderão chorar. Nessa estrada, nunca se conheceu alguém que a percorresse inteira sem derramar uma lágrima.
Pela estrada dessa nossa vida, muitos caminham com seus próprios pés. Outros são carregados por empregados ou parentes.
Alguns vão em carros de luxo, outros em veículos bem simples. E há os que viajam de bicicleta ou a pé.
Há gente branca, negra, amarela. Mas se olharmos a estrada bem do alto, veremos que não dá para distinguir ninguém: todos são iguais.
Há gente magra e gente gorda. Os magros podem ser assim por elegância e dieta ou porque não têm o que comer.
Alguns trazem bolsas cheias de comida. Outros levam pedacinhos de pão amanhecido.
Muitos gostam de repartir o que têm. Outros dão apenas o que lhes sobra. Mas muita gente da estrada nem olha para os viajantes famintos.
Há pessoas que percorrem a estrada sempre vestidas de seda e cobertas de joias. Outros vestem farrapos e seguem descalços.
Há crianças, velhos, jovens e casais, mas quase todos olham para lugares diferentes.
Uns olham para o próprio umbigo, outros contemplam as estrelas, alguns gostam de espiar os vizinhos para fofocar depois.
Uma boa parte conta o dinheiro que leva e há os que sonham que um dia todos da estrada serão como irmãos.
Entre os sonhadores há os que se dedicam a dar água e pão, abrigo e remédio aos viajantes que precisam.
Há pessoas cultas na estrada e há gente muito tola. Alguns sabem dizer coisas difíceis e outros nem sabem falar direito.
Em geral, os sabichões não gostam muito da companhia dos analfabetos.
O que é certo mesmo é que quase ninguém na estrada está satisfeito. A maioria dos viajantes acha que o vizinho é mais bonito ou viaja de forma bem mais confortável.
É que na longa estrada da vida, esquecemos que a estrada terá fim.
E, quando ela acabar, o que teremos?
Carregaremos, sim, a experiência aprendida durante o tempo de estrada e estaremos muito mais sábios, porque todas as outras pessoas que vimos no caminho nos ensinaram algo.
A estrada de nossa existência pode ser bela, simples, rica, tortuosa. Seja como for, ela é o melhor caminho para o nosso aprendizado.
Deus nos ofereceu essa estrada porque nela se encontram as pessoas e situações mais adequadas para nós.
Assim, siga pela estrada ensolarada. Procure ver mais flores. Valorize os companheiros de jornada, reparta as provisões com quem tem fome.
E, sobretudo, não deixe de caminhar feliz, com o coração em festa, agradecido a Deus por ter lhe dado a chance de percorrer esse caminho de sabedoria.
fonte blog Gisele França
domingo, 27 de fevereiro de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
DE GOSPEL
PIADA SORTEADA - DE GOSPEL
No confessionário de uma cidadezinha do interior, o padre foi ouvir os pecados de uma jovem. era uma garota novinha, muito tímida, sem jeito, com vergonha de se abrir. o padre fala para ela: - filha, estou notando pelo seu jeito de falar que você esta escondendo um pecado grave... abra seu coração e fale.e ela: - ai, que vergonha, padre... e o padre: - fale filha, você esta falando com deus e não comigo... - sabe o que foi padre... sabe o que foi... eu dei a bunda pro meu namorado! - conta a moça baixinho... - minha filha... você fez isso? é um pecado muito grave! nem sei qual a penitencia que eu vou dar para você. espere um momento que eu vou pegar o livro de penitencias. quando o padre foi lá dentro para pegar o livro, a menina aproveitou para ir embora. nisso chegou um português se sentou no confessionário. Volta o padre com o livrão e fala: - quantas vezes você deu a bunda? e o portuga: - UMA VEZ Só, QUANDO ERA MENINO! E VAI ADIVINHARE ASSIM NA PU*A QUE O PARIU...
No confessionário de uma cidadezinha do interior, o padre foi ouvir os pecados de uma jovem. era uma garota novinha, muito tímida, sem jeito, com vergonha de se abrir. o padre fala para ela: - filha, estou notando pelo seu jeito de falar que você esta escondendo um pecado grave... abra seu coração e fale.e ela: - ai, que vergonha, padre... e o padre: - fale filha, você esta falando com deus e não comigo... - sabe o que foi padre... sabe o que foi... eu dei a bunda pro meu namorado! - conta a moça baixinho... - minha filha... você fez isso? é um pecado muito grave! nem sei qual a penitencia que eu vou dar para você. espere um momento que eu vou pegar o livro de penitencias. quando o padre foi lá dentro para pegar o livro, a menina aproveitou para ir embora. nisso chegou um português se sentou no confessionário. Volta o padre com o livrão e fala: - quantas vezes você deu a bunda? e o portuga: - UMA VEZ Só, QUANDO ERA MENINO! E VAI ADIVINHARE ASSIM NA PU*A QUE O PARIU...
JENECRILZA
Jenecrilza era uma daquelas moças feias, coitada!
Tão desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado. Foi pedir auxílio a uma vidente:
- Minha filha! - disse a vidente. Nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés...
Jenecrilza saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou:
"Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida!"
E decidiu atirar-se de lá de cima, do viaduto.
Mas, por uma dessas incríveis coincidências, Jenecrilza não morreu...
Jenecrilza caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas, perdendo, então, os sentidos...
Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem enxergar direito nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas,murmurou, com um sorriso nos lábios...
- Um de cada vez, senhores... por favor! Um de cada vez...
Tão desengonçada que nunca tinha conseguido arranjar um namorado. Foi pedir auxílio a uma vidente:
- Minha filha! - disse a vidente. Nesta vida você não vai ser muito feliz no amor... Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés...
Jenecrilza saiu de lá muito feliz e, ao passar por um viaduto, pensou:
"Quanto mais cedo eu morrer, mais cedo começará a minha outra vida!"
E decidiu atirar-se de lá de cima, do viaduto.
Mas, por uma dessas incríveis coincidências, Jenecrilza não morreu...
Jenecrilza caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas, perdendo, então, os sentidos...
Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem enxergar direito nem saber onde estava, começou a apalpar à sua volta e, sentindo as bananas,murmurou, com um sorriso nos lábios...
- Um de cada vez, senhores... por favor! Um de cada vez...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
NOVA IVILIZAÇAO
A nossa civilização está condenada porque se desenvolveu com mais vigor materialmente do que espiritualmente. O seu equilíbrio foi destruído."
(Albert Schweitzer)
(Albert Schweitzer)
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